Talk2Business, série de podcasts sobre negócios, marketing, comunicação e empreendedorismo, com apoio do Mídia Publicitária. Hoje conversaremos sobre o prêmio Great Place to Work e o ambiente corporativo.
Neste episódio, Bruno Garcia (@bruno_com2b), José Telmo (@josetelmo), Rafael Malhado (@rafaelmalhado), Raphael Santos (@iluminati) e Renan Peixoto (@renan_m) falam sobre o Great Place to Work e outras métricas que avaliam a qualidade do ambiente corporativo. O que isso agrega para as empresas, para as marcas e, principalmente, os funcionários?
As organizações estão levando o assunto a sério ou estão apenas distribuindo vales-cenoura para seus colaboradores?
Participe do debate com a gente: contato@talk2business.com.br
“Todas as crianças são artistas. O problema é como permanecer um artista quando você cresce.”
- Pablo Picasso
Se as paredes realmente têm ouvidos, as estruturas dos museus em geral já devem estar ficando surdas, e não digo isso por encarar esses ambientes inspiradores, acolhedores e calmos, como um manicômio de loucos gritantes, muito pelo contrário, acredito apenas que esses conjuntos de tijolos provavelmente se encontram em um estágio de cansaço contínuo, e isso porque são obrigados a escutar a dúvida que mais deve frequentar a cabeça de grande parte dos visitantes desse ambiente enriquecedor: Por que considerar isso uma obra de arte?
A verdade verdadeira é que não existe uma verdade mais verdadeira do que outra, desculpem a confusão, mas explicando melhor, de certa forma, a resposta pra essa pergunta se limita a uma simples demonstração de fé, isso mesmo: fé, afinal, toda obra de arte nos reserva uma primeira impressão, o problema é que, diferente das demais situações da vida, essa primeira impressão não é e nem deve ser a que fica, portanto, é nesse ponto que nos deparamos com essa capacidade incrível de confiança, que utiliza como ferramenta de observação o coração e não os olhos. Precisamos crer que aquele material artístico a nossa frente nos esconde segredos, como se fosse um interrogatório silencioso, onde você, o homem da lei, deve retirar todas as informações que conseguir da obra de arte, a assassina de ignorância.
Segundo Pablo Picasso toda criança é um artista, mas como se esses “pimpolhos” não tiveram nem tempo para estudar e desenvolver técnicas, a não ser a de pintar mais o corpo do que a própria tela? Simples. Não existe uma obra de arte mais artística do que outra. Arte é tudo aquilo que consegue te tirar do lugar sem te tirar do lugar, com exceção das drogas claro. Portanto, quando for fazer questionamentos dentro dos museus, exposições e galerias, troque o “por que” pelo “como”.
Talk2Business, série de podcasts sobre negócios, marketing, comunicação e empreendedorismo, com apoio do Mídia Publicitária. O Tema de hoje é Branded Content.
Neste episódio, Bruno Garcia (@bruno_com2b), José Telmo (@josetelmo), Renan Peixoto (@renan_m) e Leonardo Chagas (www.midiapublicitaria.com) discutem sobre as estratégias e ferramentas de conteúdo para as marcas: branded content, product placement, advergames ou o velho e efetivo merchan cara de pau. Qual é o caminho mais seguro para as marcas chegarem aos seus targets em tempos onde a atenção dada à publicidade tradicional é cada vez menor?
Descolados, irreverentes e práticos. Os homens da comunicação se destacam por sua forma ímpar de vestir.
Publicitário tem estilo, e muito. E isso não é uma ironia. A questão é que muita gente não considera a “apostila de moda dos criativos” (tênis, calça jeans e camisa xadrez) grandes feitos estilísticos. Mas, e quem disse que eu estava falando (apenas) disso?
Em meio a tanta praticidade, e quem sabe um pouco de desleixo, na hora de se vestir, a galerinha que habita as agências ao redor do mundo entende sim de estilo e inclusive esse se mostra sempre bastante irreverente. Não podemos negar que muitos (e são muitos mesmo!) optam por não chamar tanta atenção e recorrem ao basicão total, o que faz com que se encaixem no estilo estereotipado da “apostila de “moda dos criativos”, imposto pela mídia. Mas, para nossa imensa alegria, muitos estão por aí ditando moda em meio a tanto conteúdo criativo produzido no universo publicitário.
Então qual será o estilo padrão de cada profissional das áreas de uma agência de comunicação?
Mídia 10, a série do Mídia Publicitária que trará, toda semana, um top 10 de algum assunto relacionado à Publicidade. Estreando essa semana, começaremos com jingles memoráveis.
Só de ler a cabeça desse post já veio à sua mente vários jingles, não foi? Uma das coisas mais marcantes em anúncios da nossa profissão são justamente os jingles. Difícil encontrar uma pessoa que não saiba os componentes de um Big Mac ou tenha cantado os pôneis malditos. Lembrando que a ordem não significa que um jingle seja melhor que o outro.
Mas vamos lá, Mídia 10: Jingles Memoráveis.
10 - E a poupança Bamerindus continua numa boa – Bamerindus
9 - ME DÁ, ME DÁ – Danoninho
8 - OH HAPPY DAY! – Margarina All Day
7 - Aquarela – Faber Castell
6 – Quer beijar a piriguete? – Oral B Complete
5 – Mamíferos – Parmalat
4 – Pôneis Malditos lá lá lá lá lá lá lá – Nissan
3- Dois hambúrgueres, alface… – Macdonald’s
2 - Lavar a cabeça com Johnson’s Baby! - Johnson & Johnson
1 - Pipoca com Guaraná – Guaraná Antarctica
BONUS TRACK: Coleção completa da Dolly. Vai dizer que não é um jingle memorável, de certa forma?
Sentiu falta de algum? Deixe nos comentários o seu jingle memorável.
Talk2Business, série de podcasts sobre negócios, marketing, comunicação e empreendedorismo, com apoio do Mídia Publicitária. O Tema de hoje é Inovação.
Idealizado por Bruno Garcia, editor do Mundo do Marketing e colunista do Mídia Publicitária, o Talk2Business será lançado semanalmente, todas as quintas feiras, com o apoio do Mídia Publicitária, Café Empresarial, Webinsider, Nós da Comunicação, Cosmos Estúdio, Papo de Mídia e José Telmo consultoria e soluções em marketing digital.
“Sou ouvinte constante de podcasts”, diz Bruno ao Nós da Comunicação. “Eles são meus companheiros no trânsito e uma maneira bem eficiente que encontrei para me atualizar e me manter atento às novidades. Mas sempre senti falta de um programa voltado para negócios, envolvendo business, marketing, digital, comunicação, empreendedorismo etc. O Braincast é talvez o que mais se aproxima deste formato, mas ainda assim muito focado para a publicidade.”
Além dos convidados, a banca de apresentadores é formada por: Bruno Garcia, Diogo Ribeiro, José Telmo, Leonardo Chagas, Paulo Aruzzo, Rafael Malhado e Renan Peixoto.
Você pode conferir a primeira edição aqui.
Neste episódio, Bruno Garcia (@bruno_com2b), José Telmo (@josetelmo), Rafael Malhado (@rafaelmalhado) e Renan Peixoto (@renan_m) batem um papo sobre inovação, os conceitos, processos, inovação nas empresas, diferencial competitivo, modismos, e tentam descobrir a receita de bolo para você se tornar um inovador compulsivo!
Os musicais sempre dividiram opiniões entre o público: ou você os ama ou os odeia. Armado com o meu ódio pelas cantorias e roteiros superficiais que esse tipo de filme costuma oferecer, fui ao cinema completamente descrente em relação a mais nova adaptação da obra de Victor Hugo para as telonas.
Graças ao app do Facebook e Facebook Messenger, você poderá fazer ligações telefônicas de graça para seus amigos.
A função já estava disponível na América do Norte e alguns países da Europa, chegando só agora por aqui. Para usá-la, é preciso ter a última versão dos aplicativos instalada no seu Android ou iOS, e estar conectado com a internet.
Utilizando campanha de busca nas imagens do Google, Volkswagen cria a primeira campanha do gênero.
Além dos inúmeros tipos de anúncios e espaços publicitários que o Google já proporciona, algumas pessoas sempre conseguem inovar. Foi o caso da Volkswagen com o banner que inseriu durante as buscas no Google imagens.
Para fazer isso, foi preciso um ótimo trabalho de SEO. Basicamente, foi necessário otimizar 5 URL’s diferentes, em posições diferentes, de modo que a imagem fosse formada na ordem correta quando a busca fosse realizada. Quando alguém buscasse por “ultimate business car“, as 5 primeiras imagens formariam o Banner com as palavras “Like a Boss”, mostrando posicionamento e segmento claros da campanha. A grande jogada seria que, sem um custo muito alto, o CTR da campanha iria aumentar e muito. O problema é que eu acho um pouco difícil alguém buscar pela palavra “ultimate” mesmo lá fora.
Nota: Parece que a campanha já saiu do ar, mas mesmo assim valeu a menção.
Assim como o amor, “Amour” é difícil de ser compreendido. Com cenas extremamente extensas e falas com diálogos inteligentes, Michael Haneke (A Fita Branca, Violência Gratuita) nos mostra um belíssimo cinema de arte e o porquê de receber o prêmio máximo em Cannes.
Analisando a capa do filme, pensamos logo em uma história romântica de terceira idade, onde haveriam flashbacks da juventude e um final feliz. Logo no primeiro minuto de filme, já percebemos que, o que está por vir, não era nada do que esperávamos. Quebrando a linearidade, o diretor começa do fim, e mesmo assim consegue nos impressionar com o caminho que trilhou para chegar até lá.
Manter o jeito do passado é arriscar perder o jeito no futuro.
Está mais do que claro e comprovado para tudo e para todos, que o mercado capitalista mundial está em continua mutação, portanto, isso não é novidade para ninguém. Porém, é importante salientar que as transformações que esse cenário vem sofrendo atualmente, parecem ser mais frequentes, intensas, e realmente revolucionárias. Hoje, as empresas não podem mais enxergar a busca por um relacionamento positivo com o consumidor, como uma grande atitude de diferenciação, mas sim como uma pequena ação de sobrevivência. Apesar disso, as marcas parecem não procurar essa aproximação, de uma forma efetiva e agregadora, para ambas as partes.
Nesse sentido, atualmente, a maioria das empresas acreditam que é necessário despender todos os seus esforço e energias em receitas que tem como finalidade a tão comentada “inovação”, processo esse que visa o desenvolvimento de novos serviços e produtos capazes de atender mais gostos do consumidor e assim ganhar seu dinheiro, atenção e, possivelmente, sua confiança, o que seria o primeiro passo para se iniciar o tão desejado vínculo de consumo. Porém, o que as marcas não veem ou se recusam a enxergar, é que a inovação pode ir muito mais além do que a concepção de melhores ofertas que aumentem o faturamento.
Rusty e Vern. Você não deve conhecê-los, mas eles são cantores… Testículos cantores. Pode parecer muito estranho (parece e é), mas na verdade eles foram criados por John Lightstone, Antonio Marcato, Jon Barco e Brittany Weltner, com ajuda da T2 Studios e Big Foote Music & Sound, para uma campanha de sexo seguro. Continue lendo